Que a resposta venha de dentro do Eu Verdadeiro
Do Eu que não deve sonhar
Do eu que não deve duvidar
A dúvida põe em risco a verdade.
A verdade nua e crua que por muitas vezes aflorou do próprio ãmago.
Mas o âmago estava envolto em tramas de dramas.
Dramas de velhos castelos
Castelos assombrados por almas errantes que se diziam entrantes…
Mas que de entrantes tinham apenas a ambição ambígua de o ser.
Ser para demonstrar o que na realidade não é.
A verdade nua e crua está moldada no próprio retrato de quem o representa.
A sensação o diz, o turbilhão prediz.
Ó alma inquieta.
Ó alma imanifesta.
Ó alma presa por grilhões de dúvidas. Por correntes de um passado que está nas próprias mãos desvendar….
Basta um simples olhar..
Olhar o início – Olhar o fim. Tentando justificar os meios.
Subterfúgios fugitivos de si.
Fugitivo da alma errante, que titubeante não vê o próprio mal na raiz.
Raiz do começo, raiz do fim.
Ó alma acorda. Ó alma levanta. Ò alma liberta-te de vez desta cruel insensatez.
Insensatez do elo imaginário por deveras mercenário e de muita estupidez.
Ó alma levanta-te
Seja quem és de fato
E não o que querem de ti fazer.
Seja a luz que traz o peito, e que nunca perde o jeito. Quando de fato és quem realmente és.
Levanta-te alma guerreira. E de ti faça-te companheira. Como o sempre fizeste e foste.
Não te abandones à sorte. Que para ti seria a morte ao deixar de ser quem realmente és.
Impunha tua venerável força. Joga fora o que tentaram de ti fazer.
Tu não és o que dizem. Tu não és o que querem te fazer crer.
Tu és o elmo..tu és a espada. Tu és o triunfo. Tu és o suporte que tanto pedes.
Tu és a força e teu próprio poder.
Que seja já o findar. Desta triste estrada.
Que foste em atalho escolher.
Volta para o caminho. Que não é tao sozinho, Como te fizestes crer.
Ao olhares a luz. Ela com certeza te conduz.
Mesmo que as vezes é difícil de crer.
És a espada. És o elmo;.
Empunha-lo é vencer.
Em ti está tudo.
Em 15 de maio 2021
